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OpenAI

3 de setembro de 2026

Startup

Playco reduz correções manuais em 50% com GPT‑6 Astra

Com o GPT‑6 Astra, a Playco criou três protótipos de jogos temáticos a partir de uma única grey box, tendo a maioria funcionado à primeira tentativa.

Dimensão da empresa: Startup
Região: América do Norte
Setor: Media, Entretenimento e Desporto
Produtos: API

Resultados

50%

Menos correções manuais do que com o modelo anterior

Resultados

3

Protótipos de jogos temáticos criados a partir de uma única base grey box

A carregar…

A Playco está a usar o GPT‑6 Astra para criar o Playbot, um IDE baseado em IA para programadores profissionais de jogos. Este liga-se diretamente a motores como o Unity e o Godot, permitindo que os modelos de IA editem cenas, joguem e testem jogos, validem alterações e trabalhem em paralelo nas ferramentas que os programadores já utilizam.

No desenvolvimento de jogos, um modelo tem de fazer mais do que escrever código. Tem de raciocinar sobre o espaço, as referências visuais, as interfaces responsivas, a experiência de jogo e se uma alteração funciona realmente durante o jogo. O Playbot torna isso possível ao permitir que o modelo desenvolva no motor, execute testes, encontre erros e melhore o que criou.

«O GPT-6 Astra é muito melhor a raciocinar sobre o espaço e a posicionar elementos de forma coerente. Além disso, as suas capacidades de visão parecem ter melhorado. Também observámos melhorias na capacidade de resposta da interface nos motores de jogo.»
—Joao Vieira, engenheiro principal de produto, Playco

Criar três mundos jogáveis a partir de uma única grey box

Com o GPT‑6 Astra, a equipa da Playco criou um protótipo grey box sem tema a partir de formas geométricas simples e, depois, fez algumas iterações na jogabilidade e nos detalhes criativos. A partir dessa base comum, a equipa desenvolveu três protótipos de jogos temáticos. Segundo a Playco, o GPT‑6 Astra produziu os três de uma só vez.

A maioria dos protótipos também funcionou à primeira tentativa. «Com o Astra, o primeiro protótipo já era bastante sólido. As únicas alterações que tivemos de fazer deveram-se às nossas preferências de jogabilidade», afirmou Joao Vieira, engenheiro principal de produto. Uma versão cyberpunk precisou de uma correção de desempenho, mas as restantes ficaram prontas sem iterações adicionais.

Reduzir para metade as correções manuais

Com o modelo anterior, a grey box inicial da Playco estava menos aperfeiçoada. Pedir repetidamente ao modelo que a corrigisse acabou por se tornar contraproducente, pelo que os engenheiros tiveram de intervir e corrigir o jogo manualmente. Com o GPT‑6 Astra, a Playco registou uma redução de 50% nas correções manuais.

A equipa também observou melhorias no raciocínio espacial, na recriação de imagens de referência, na interface responsiva dentro do Unity e na experiência de jogo. Como o Playbot permite que um modelo jogue e valide as próprias alterações, a Playco afirma que o Astra também encontrou erros com mais facilidade e identificou aspetos em que a experiência do jogador podia ser melhorada.

Para a Playco, o maior impacto está na possibilidade de transformar mais ideias em algo que os programadores podem jogar e comparar. Como explica Joao Vieira, engenheiro principal de produto: «Se tiver dez ideias para um jogo, pode concretizar todas, jogá-las e perceber qual seria a experiência, em vez de apenas a imaginar.»