Playco reduz correções manuais em 50% com GPT‑6 Astra
Com o GPT‑6 Astra, a Playco criou três protótipos de jogos temáticos a partir de uma única grey box, tendo a maioria funcionado à primeira tentativa.
Resultados
50%
Menos correções manuais do que com o modelo anterior
Resultados
3
Protótipos de jogos temáticos criados a partir de uma única base grey box
A Playco está a usar o GPT‑6 Astra para criar o Playbot, um IDE baseado em IA para programadores profissionais de jogos. Este liga-se diretamente a motores como o Unity e o Godot, permitindo que os modelos de IA editem cenas, joguem e testem jogos, validem alterações e trabalhem em paralelo nas ferramentas que os programadores já utilizam.
No desenvolvimento de jogos, um modelo tem de fazer mais do que escrever código. Tem de raciocinar sobre o espaço, as referências visuais, as interfaces responsivas, a experiência de jogo e se uma alteração funciona realmente durante o jogo. O Playbot torna isso possível ao permitir que o modelo desenvolva no motor, execute testes, encontre erros e melhore o que criou.
«O GPT-6 Astra é muito melhor a raciocinar sobre o espaço e a posicionar elementos de forma coerente. Além disso, as suas capacidades de visão parecem ter melhorado. Também observámos melhorias na capacidade de resposta da interface nos motores de jogo.»
Com o GPT‑6 Astra, a equipa da Playco criou um protótipo grey box sem tema a partir de formas geométricas simples e, depois, fez algumas iterações na jogabilidade e nos detalhes criativos. A partir dessa base comum, a equipa desenvolveu três protótipos de jogos temáticos. Segundo a Playco, o GPT‑6 Astra produziu os três de uma só vez.
A maioria dos protótipos também funcionou à primeira tentativa. «Com o Astra, o primeiro protótipo já era bastante sólido. As únicas alterações que tivemos de fazer deveram-se às nossas preferências de jogabilidade», afirmou Joao Vieira, engenheiro principal de produto. Uma versão cyberpunk precisou de uma correção de desempenho, mas as restantes ficaram prontas sem iterações adicionais.
Com o modelo anterior, a grey box inicial da Playco estava menos aperfeiçoada. Pedir repetidamente ao modelo que a corrigisse acabou por se tornar contraproducente, pelo que os engenheiros tiveram de intervir e corrigir o jogo manualmente. Com o GPT‑6 Astra, a Playco registou uma redução de 50% nas correções manuais.
A equipa também observou melhorias no raciocínio espacial, na recriação de imagens de referência, na interface responsiva dentro do Unity e na experiência de jogo. Como o Playbot permite que um modelo jogue e valide as próprias alterações, a Playco afirma que o Astra também encontrou erros com mais facilidade e identificou aspetos em que a experiência do jogador podia ser melhorada.
Para a Playco, o maior impacto está na possibilidade de transformar mais ideias em algo que os programadores podem jogar e comparar. Como explica Joao Vieira, engenheiro principal de produto: «Se tiver dez ideias para um jogo, pode concretizar todas, jogá-las e perceber qual seria a experiência, em vez de apenas a imaginar.»


