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OpenAI

9 de outubro de 2026

Sophos reduz tempo de investigação em 96% com OpenAI Daybreak

Com o OpenAI Daybreak, a Sophos combina inteligência de ponta e experiência em cibersegurança para investigar ameaças mais rapidamente e proteger clientes em escala.

Tamanho da empresa: Parceiro
Região: Global
Setor: Tecnologia
Produtos: Daybreak

89 segundos

tempo médio de resposta nos casos que usam agentes de IA

96%

de redução no tempo de investigação com modelos da OpenAI

52%

dos casos de MDR resolvidos de ponta a ponta por IA

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Mantendo a vantagem enquanto o tempo para se defender diminui

A IA de ponta está transformando a cibersegurança dos dois lados⁠(abre em uma nova janela). Modelos avançados podem ajudar as equipes de defesa a encontrar e investigar ameaças mais rapidamente. Mas essas capacidades também estão chegando aos modelos de pesos abertos, dando aos invasores novas maneiras de descobrir vulnerabilidades e acelerar sua exploração.

A Sophos⁠(abre em uma nova janela) é uma das empresas que estão no caminho desses invasores, protegendo mais de 625 mil organizações de diversos setores e regiões. "Vemos uma enorme variedade de ataques", diz John Peterson, diretor de tecnologia da empresa. "Acumulamos uma vasta experiência no combate a esses ataques ao longo de quatro décadas de atuação em cibersegurança."

Por meio do OpenAI Daybreak, a Sophos está combinando modelos da OpenAI com sua própria inteligência de ameaças, seus procedimentos de resposta e sua experiência em segurança. O objetivo não é simplesmente dar aos analistas mais uma ferramenta. É ampliar o impacto da experiência da Sophos na proteção de cada cliente.

"A Sophos contribui com o conhecimento especializado e a experiência prática para combater ataques em escala. Programas como o Daybreak e empresas como a OpenAI contribuem com inteligência de ponta, que nos permite aplicar esse conhecimento em escala para atender a todos os nossos clientes."

—John Peterson, CTO da Sophos

Por dentro da implementação

No centro desse trabalho está o Sophos Fusion, o sistema de defesa cibernética da Sophos nativo de IA, que inclui o Sophos Managed Detection and Response (MDR). Ele reúne dados de sensores de mais de 500 integrações de terceiros e dos próprios produtos da Sophos. Juntos, esses sensores geram trilhões de eventos por dia, que a Sophos filtra e consolida em cerca de 1.000 a 2.000 casos para investigação por seus nove centros de operações de segurança.

Os agentes criados por meio do Daybreak mudaram a forma como esses casos são tratados. Um agente de investigação reúne o contexto do cliente, as detecções, os indicadores de comprometimento (IoCs) e as informações relevantes de inteligência de ameaças para cada caso. Em seguida, um modelo de planejamento cria um ciclo de planejamento, execução e revisão: elabora um plano de investigação, conclui as etapas e produz um resumo com ações de resposta recomendadas para análise dos especialistas. Outros agentes podem executar partes da resposta.

Antes do Daybreak, investigar e responder a um caso dependia principalmente da experiência humana. O processo anterior da Sophos levava, em média, cerca de 38 minutos — um desempenho que, segundo Peterson, superava o de 96% dos centros profissionais de operações de segurança.

"Agora, graças aos agentes que conseguimos criar por meio do programa Daybreak, o tempo médio de resposta nos casos que usam esses agentes caiu para cerca de 89 segundos. Hoje, cerca de metade dos casos que atendemos tem seu tratamento automatizado por agentes que desenvolvemos com os modelos do Daybreak."

—John Peterson, CTO da Sophos

Mantendo o julgamento humano no centro

A Sophos incorporou o controle do cliente ao seu serviço de MDR por meio de três modos de operação:

  • Notificar: a Sophos investiga o caso e recomenda uma resposta, mas quem age é o cliente.

  • Colaborar: a Sophos e o cliente trabalham juntos antes que qualquer ação seja tomada.

  • Autorizar: a Sophos pode responder diretamente em nome do cliente.

Os mesmos limites se aplicam, seja o trabalho realizado por uma pessoa ou por um agente. A Sophos usa a automação para agir com rapidez e aproveitar melhor o tempo dos analistas, mas ações potencialmente destrutivas ainda exigem o nível adequado de supervisão humana.

"Tudo o que não nos sentimos confortáveis em deixar a cargo de um agente é encaminhado para avaliação humana", confirma Peterson.

Resumo dos resultados

  • Reduziu o tempo médio de resposta nos casos que usam agentes de aproximadamente 38 minutos para 89 segundos.

  • Permitiu à Sophos resolver 52% dos casos de MDR de ponta a ponta com IA, dentro de limites ajustados pelos analistas da Sophos.

  • Oferece aos clientes uma experiência de investigação mais rápida e consistente.

  • Ajuda a Sophos a ampliar sua capacidade computacional sem depender de um aumento equivalente no número de profissionais de cibersegurança, que são escassos.

  • Permite que os analistas voltem a se concentrar nas ameaças, exceções e decisões em que sua experiência faz mais diferença.

Próximos passos

Peterson afirma que a Sophos continuará ampliando as capacidades de seus agentes. "As capacidades de resposta continuarão se tornando mais sofisticadas, e vamos ampliar a variedade de casos de uso que atendemos com os agentes que criamos."

"Com programas como o Daybreak, temos a oportunidade de nos manter um passo à frente dos invasores."

—John Peterson, CTO da Sophos

Seu conselho para outros líderes de segurança é simples: "Se há algo que os líderes de segurança devem fazer amanhã, é voltar a se concentrar de verdade nos fundamentos de segurança de suas organizações", diz ele. "Isso inclui, é claro, aplicar correções. Mas as correções só vão cobrir vulnerabilidades conhecidas pelo fornecedor."

A resposta é manter "uma abordagem de segurança em camadas" que inclua proteção de endpoints, autenticação multifator (MFA), segmentação de rede e operações de segurança robustas. "Vulnerabilidades estão sendo descobertas em um ritmo alarmante e exploradas em uma escala que nunca vimos. Por isso, acho que fazer o básico bem-feito é mais importante hoje do que nunca."

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